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Cacau Brasil Pinta a Seis Mãos

Cacau Brasil, José Roberto Aguilar e Mano Alencar Pintam A Seis Mãos.

Os artistas plásticos se unem para criar obra que será leiloada, com renda destinada a uma ONG cearense voltada para arte-educação.

Neste sábado, 21/06, o músico e artista plástico Cacau Brasil recebeu no espaço Mariana Furlani Arte Contemporânea, o amigo Mano Alencar e o conceituado artista plástico José Roberto Aguilar para ação em prol de crianças em situação de risco social. Das 10h às 16h, os artistas pintarão a seis mãos uma tela de 3m x 2m que será leiloada e a renda revertida para uma ONG cearense voltada para a arte-educação, a ser definida.

Esta é a primeira vez que os artistas plásticos se reúnem para pintar juntos. "Compartilhar esse momento com artistas como José Aguilar e Mano Alencar é uma grande honra e um enorme prazer. Será um dia de aprendizado e trocas, que vai engrandecer muito o meu trabalho como artista", afirmou Cacau Brasil. O jornalista, curador e crítico de arte Paulo Klein vem de São Paulo especialmente para acompanhar o momento de criação artística.

Cacau Brasil
O músico, poeta e artista plástico Cacau Brasil busca levar as pessoas a viverem a poesia no seu cotidiano através de várias formas de expressão artística. Já lançou quatro CDs, um livro de arte-poesia e duas exposições, Visionária Aridez e OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS, que está em sua terceira temporada, agora no espaço Mariana Furlani Arte Contemporânea de segunda a domingo, das 16h às 21h, até o dia 29/06.

Mano Alencar
Poeta e artista plástico, Mano teve seu primeiro contato com o desenho ainda menino, quando usava giz e carvão para rabiscar em qualquer lugar. Já adolescente, o menino trocou os desenhos pela pintura, abraçando o abstracionismo. Já expôs suas obras no Brasil e no exterior e, como poeta, tem quatro livros publicados.

José Roberto Aguilar
Autodidata, Aguilar é gravador, pintor, escultor, músico, escritor, performer, artista multimídia, curador. Este renomado artista de São Paulo começou a expor suas obras no início da década de 60, na Bienal de São Paulo, e foi pioneiro na criação de vídeo-arte no Brasil, na década de 70. É um dos artistas brasileiros com maior participação em mostras no exterior, sobretudo Estados Unidos e Alemanha.